Ceticismo [prefiro chamar de literatura do que de iro***, mas, er, esse é o aviso, não explico mais que isso]

Eles pedem tão pouco. Vi na internet esses dias. Uma discussão sobre apropriação. Cultural. Por que a moça branca. Coitada. Não pode usar turbante. Afinal.

Outro dia. Também na internet. Sabe. A internet aproxima a gente. Estavam falando que eu devia chamar um homem. Nasceu com rola. Eu devia chamar esse homem de ela. No feminino. Sabe. Se por exemplo o nome do cabra fosse Pedro. E no dia seguinte passasse a ser Fátima. Deveria chamar o cabra de Fátima. Se eu conhecesse alguém assim. Não teria preconceito. Mas. Ia ser estranho. Né. Chamar de mulher alguém que joga bola. Jogou. Com você. Na rua. Descalço. De Fátima. Por que alguém ia querer se chamar Fátima. Daí a Fátima vai querer usar banheiro feminino. Eu sei bem que ele quer. O Pedro. Pessoal finge ser. Viado. Posso dizer isso ainda. Hein. Tudo que eu falo tá errado. Parece. A não ser no grupo. Lá é só zoeira.

Eu não entendo. Quem fala que eles querem tudo é que estão certos. Parece ser pouco. Mas. A gente dá uma mão. Querem o braço. A perna. A perna que essas feministas insistem em não depilar. Eu também me informei sobre isso. Li os comentários. E os comentários sempre concordam com o que eu penso. Se a maioria pensa de um jeito. Deve. Estar. Certo. Daí um dia nenhum jantar se põe na mesa. E eu. Como fico. E a gente tem que garantir a sobrevivência da. Raça. Elas querem direitos iguais. Um pessoal esperto ofereceu para carregar cimento. Eu nunca carreguei cimento. Mas tive que me alistar. Isso. Não querem. Óbvio.

Se precisar trabalhar fora pode. Se não precisar. Fica. Ir pra que… Eu nunca vou entender. E me esforço. Juro. Sempre tenho a confirmação que estou certo. Sempre. Até. Porque. Entre eles. Discordam. Se até entre eles. Algo não está. Certo. O conservadorismo é necessário. Falaram. Eu concordei. Mas tudo que eles falam parece sem sentido. Aí fico com as minhas. Convicções mesmo. As vezes até desisto de ouvir.

Não aceito as coisas. Assim. Fácil. Não. Eu sou cético. Um pessoal aí por exemplo fala que. Ditadura foi cruel. Eu vi que o Brasil cresceu. Eles não podem.  Esses que falam de crueldade. Estar mentindo. Hein. Todo mundo quer tirar vantagem. Todo mundo. Já mentiu. Para tirar. Vantagem.

Pessoal fala que apanha da polícia por ser afrodescendente. E bandido. Né. Se apanhou. Mereceu. Uma coisa que é díficil de entender também. É mulher safada. Que seja. Fora de casa. Casar pra que. Né. E a maioria não quer saber. De homem de. Bem.

Não dá pra entender. Pessoal já vota. Pessoal já pode trabalhar fora. Só não pode ser preso de menor. Fico puto. Só querem saber de direitos. E os deveres. Hein. Pode ser viado. A TV tá cheia. Pode ficar sem depilar. Mas não sou obrigado a achar bonito. Claro. Não sou obrigado a achar bonito nada. Cabelo ruim. O pessoal faz isso. Ter direitos. Mas e os deveres. Né. Querem mais. Sempre. Quando eu falo que todo mundo quer tirar vantagem. Processar. Ganhar cinco minutos de fama. Dinheiro. Mas não se pode falar mais nada. Querem mais o que. Vou falar tudo que eu quiser sim. Chama liberdade de expressão. Eles parecem pedir pouco. Mas querem tudo. E eu não vou dar. Até porque dar é coisa de viado. Falo mesmo. Outro dia me falaram que não é todo viado que dá o cú*. Aliás. Eu não entendo… [quinze mãozinha rezando)

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